A auto responsabilização devolve-nos poder



A auto responsabilização é e será sempre o verdadeiro veículo de acesso ao nosso poder pessoal. Só quando nos tornamos cientes da nossa parte da responsabilidade, no que toca à criação das nossas circunstâncias, é que passamos a dispor de uma verdadeira fonte de acesso ao poder de as transformarmos em algo melhor. 


Ao longo da vida, poderemos passar por diversos estágios de consciência, sendo o mais elementar de todos, aquele em que nos consideramos vítimas das nossas circunstâncias e em que adotamos uma postura de quem não tem qualquer poder sobre o que acontece. Nesse estágio, encaramos a vida de uma forma desempoderada, como se ela nos “acontecesse”, ao invés de ser criada por nós. As situações podem "nos" acontecer, mas a resposta que damos a essas situações é uma escolha nossa. 


Só quando nos dispomos a assumir a responsabilidade sob a forma como lidamos com as situações, é que estaremos aptos a seguir para um novo nível de consciência. Um nível em que nos sentimos empoderados e com capacidade de fazer alterar as nossas circunstâncias. Uma fase em que começamos a despertar e aprendemos a ser os verdadeiros heróis da nossa história, quando percebemos os superpoderes incríveis a que podemos aceder.


Um dos superpoderes que passamos a ter acesso, é já não sentirmos necessidade de responsabilizar os outros por aquilo que nos sucede e passarmos a ver a vida com um novo par de óculos – óculos de superheróis.


Com este novo olhar, onde antes existia culpabilização externa pelo que sucede à nossa volta, passou a haver uma aceitação da nossa quota parte no processo, quanto mais não seja, ao nível das reações que temos. Em vez de nos focarmos no que os outros “nos” fizeram, na nossa pouca sorte ou na infelicidade das nossas circunstâncias, passamos a ver também o nosso papel e as formas como podemos reagir de modo diferente e até evitar algumas dessas situações, alterando o seu desfecho.


Deixamos de reclamar com o que sucede e em vez disso, começamos a perguntar como poderemos alterar as nossas circunstâncias agora. Conseguimos já não reviver de forma obsessiva o que ocorreu no passado e começamos a focar-nos mais no que poderemos fazer no presente, para criar circunstâncias mais favoráveis no futuro.


Em vez de nos perguntarmos, porquê eu, porque é que isto me aconteceu? Passamos a perguntar como posso sair disto? O que posso fazer para alterar estas circunstâncias?


Neste estágio, assumirmos uma nova postura perante a vida, não fingimos que nada aconteceu, como às vezes fazíamos antigamente, quando procurávamos evitar lidar com alguns dos nossos problemas e fazíamos de conta que não se passava nada. Com este novo entendimento, sabemos que mesmo que tenhamos de tocar nalguma ferida, geralmente, isso é preferível a fazer de conta que nada se passa. A ferida pode não estar a doer neste momento, mas ela não está curada e não se vai curar a não ser que lhe façamos alguma coisa. Fazer de conta que não existe, não a elimina!


E também já não precisamos de continuar a usar justificações como meio de racionalizarmos e desculparmos o que não estamos querer ver ou a dar atenção. Encontrarmos justificações para as nossas escolhas negativas ou para a nossa inação, em relação àquilo que sabemos que precisa de ser feito, é outro dos mecanismos que usamos quando ainda estamos em modo de vitimização. O mecanismo da justificação impede-nos de aceitarmos plenamente o que é da nossa responsabilidade e a capacidade que temos de criar as nossas circunstâncias de vida, isto é, impede-nos de assumir o nosso poder por inteiro.


Esta postura na vida, não pressupõe que arquemos com todas as responsabilidades do que sucede à nossa volta. De facto, há ocorrências externas que têm implicações sobre nós, mas ainda assim, temos possibilidade de mudar o nosso ângulo de observação e de decidir o que iremos fazer com essa informação. As pessoas ou as circunstâncias podem-nos ter causado dor ou dano, mas somos nós que consciente ou inconscientemente, escolhemos continuar a perpetuar essa dor e dano.  Mesmo sabendo que certas circunstâncias externas tiveram implicações na nossa vida, podemos escolher não deixar que elas nos impeçam de viver tal como desejamos, com alegria e sentido.


Em suma, quando nos deixamos de “tretas” e paramos de culpar os outros, de reclamar com o que nos acontece na vida, de meter a cabeça na areia, evitando lidar com o que se está a passar e/ou de justificar o que, lá no fundo, sabemos que é apenas uma desculpa, nessa altura, assumimos a responsabilidade pelas nossas circunstâncias e recuperamos de vez o poder de criar a vida que desejamos. 


Poderá não ser uma vida cor de rosa e sem quaisquer espinhos, mas é uma vida plena, com propósito e que nos enche as medidas. Não é fácil lembrarmo-nos sempre de adotar esta postura, mas quando o fazemos sentimo-nos maravilhosos, sabendo que apesar de tudo o que nos possa acontecer, estaremos cá para lidar com o que for preciso, porque temos superpoderes, somos donos de um enorme poder pessoal.




Não perca mais tempo, tome as rédeas da sua vida e concretize os seus sonhos! Comece a viver com mais sentido, seja mais confiante, alegre e abundante. Contacte-me, para eu o ajudar.


Irei acompanhá-lo no seu processo de transformação pessoal no qual se compromete a criar a melhor versão de si - uma versão mais consciente, feliz e realizada.

A única versão que deveria existir!


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