Quando achamos que já sabemos tudo...


Adorei ouvir uma neurocientista dizer que o que nos faz evoluir é a humildade de reconhecermos que não sabemos. Que isso é o que a faz querer investigar mais e é o que a estimula a ir mais longe. Que bom que é ouvir alguém, que certamente saberá muito - ou não seria uma neurocientista com pessoas a acreditar no seu trabalho e a patrocinar as suas investigações - dizer que a nossa humildade quanto ao conhecimento é o que nos faz avançar.


Aquilo que nos impede às vezes de evoluir é o acharmos que já sabemos tudo.

De facto, com o tempo vamos acrescentando cada vez mais camadas ao nosso conhecimento e nem sempre temos muita paciência para voltar a ouvir aquilo que já sabemos. Por essa razão, muitas vezes rejeitamos ouvir o que os outros estão a dizer, assumindo que será uma perda de tempo e como o tempo é o nosso bem mais precioso...


Mas muitas vezes perdemos lições importantes, perdemos oportunidades de receber insights e deixamos de dar saltos quânticos no nosso processo evolutivo. Somos só nós que ficamos a perder essa oportunidade, pois aquilo que estava lá disponível para ser aprendido, não se alterou e não sofre qualquer consequência se não for aprendido por nós.


Eventualmente, até terá sido capturado por outros que se mostraram abertos e disponíveis naquele instante, ao que poderia haver ali de novo para ser apreendido, resgatado.

Frequentemente, assumimos que para valer a pena dedicar a nossa atenção e termos vontade de capturar uma lição, ela teráde vir embrulhada num belo pacote. Um pacote grande e vistoso, ou um pacote bem enfeitado ou um pacote que todos os nossos conhecidos têm. Se o pacote não contiver algum destes atributos então nem valerá a pena abri-lo, será certamente uma pura perda de tempo, pensamos.


Será essa uma boa decisão? O requinte dos presentes mais valiosos, geralmente vê-se no minimalismo e na sobriedade com que vêm embrulhados. A vida está a presentear-nos, a toda a hora e minuto, com belíssimas oportunidades de crescimento e evolução pessoal. Para as conseguirmos vislumbrar teremos de nos abrir ao que está lá, e partir de uma posição sem ideias preconcebidas do que nos servirá ou não. Se não tentarmos, não saberemos. O ideal é ir experimentando, se nos servir, serviu. Senão servir, também não perdemos nada.



Que tal hoje experimentarmos estar mais abertos aos ensinamentos que possam estar disponíveis para nós? Tentar aprender algo pela observação de uma criança ou de um gesto bondoso de um estranho, estudando as reações de um animal, quem sabe de onde pode vir o próximo insight?




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